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RELIGIÃO SEM CIÊNCIA É CEGA

O NOVO CRISTIANISMO é uma orientação de vida que simplesmente segue Jesus.

Mas questiona e caminha com a ciência e o bom senso, não se limitando, todavia, à ciência materialista, mas atravessando suas fronteiras em busca de conhecimentos em outros níveis e além dos nossos cinco sentidos. É a ciência Transcendental, ou seja, da Vida.

Obs.: A ciência só se torna plena pela associação dessas duas vertentes – a materialista e a transcendental.

Lembremos Einstein quando disse: “A religião sem ciência é cega, e a ciência sem religião é manca.” Diríamos que a ciência sem espiritualidade é manca.

O Novo Cristianismo não julga nem condena, ama; não é mercado de bênçãos, é luz; não é arena de lutas, é fraternidade; não é dogma nem ritual, é atitude, é o esforço para vivenciar o Amor.

Também responde à questão: por que o Cristianismo não melhorou o mundo cristão? E apresenta três motivos principais:

01 – Jesus, ao atualizar o Antigo Testamento da Bíblia, resumiu toda a Lei e os Profetas em um único mandamento, o Amor:

“Mestre, qual é o grande mandamento na lei?”

Respondeu Jesus:

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:36-40)

Séculos mais tarde, o Império Romano, ao instituir a Igreja Católica Apostólica Romana por meio dos Concílios, excluiu a figura da Mãe, o Amor materno, atributo feminino da Divindade, tornando-a triplamente masculina: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. E, devido a esse “desequilíbrio” no projeto evolutivo, causado pela ausência desse Amor, não conseguiu conduzir o mundo cristão de forma a torná-lo melhor.

02 – O segundo motivo foi a adoção de dogmas, sacramentos e outras práticas herdadas do paganismo, apresentadas como condições para se alcançar o Céu após a morte – embora nada disso tenha sido ensinado por Jesus. E o pior: elas não induzem o fiel a se tornar melhor.

03 – O terceiro e mais impactante motivo foi o fato de o Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d.C., ter suprimido a doutrina da reencarnação, trocando-a pelo dogma da ressurreição.

Relembrando:

Pelo primeiro motivo – uma religião que não prioriza o Amor como algo essencial na vida dos fiéis não os induz a cumprir o único mandamento deixado por Jesus.

Pelo segundo motivo – os dogmas, sacramentos e demais práticas herdadas do paganismo, apresentadas como requisitos para o ingresso no Céu após a morte, acabam por isentar os fiéis de qualquer esforço real para se tornarem pessoas melhores.

O terceiro motivo refere-se à Reencarnação. Quando se acredita que iremos para o Paraíso após a morte apenas pelo arrependimento, o perdão dos pecados, a recepção dos sacramentos no momento final etc., deixa de existir a necessidade de nos ocuparmos com algo que representa a própria essência dos ensinamentos de Jesus: a vivência do Amor.

Quando, no entanto, conhecemos a realidade da Reencarnação – alicerçada em centenas de pesquisas científicas – e a Lei de Causa e Efeito, e compreendemos que responderemos por nossos atos, ainda que em futuras existências, isso muda tudo. Esse, sim, é um conhecimento que nos impulsiona e motiva a nos tornarmos pessoas melhores.

Além disso, tal entendimento nos pacifica em relação a Deus, pois passamos a compreender que nossos sofrimentos e lutas atuais não representam punições divinas, mas são consequências de nossa própria vivência em desacordo com as Leis Cósmicas – ou, ainda, expressam a necessidade de nossa evolução espiritual.

Entretanto, é preciso observar que, à época da criação da Igreja Católica, sob o domínio de Roma, não havia condições para a continuidade de uma fé imaterial, como a vivida pelos primeiros seguidores de Jesus. Uma religião fundamentada na vivência do Amor era algo difícil de se conceber naquele contexto histórico.

Ainda assim, apesar de todas as distorções, foi ela – e, mais tarde, o Protestantismo – que trouxe o Evangelho de Jesus até os nossos dias e, mesmo sendo “cega”, vem mantendo acesa a chama da fé em milhões de corações, fortalecida continuamente nas missas e cultos – aqueles que buscam o Sagrado –, nutrindo a confiança em Deus, em Jesus e em outros seres superiores.

Estamos, pois, precisando de um NOVO CRISTIANISMO para impulsionar a nós, cristãos, a nos tornarmos mais pacíficos, mais justos, mais fraternos e igualitários, ou seja, a vivenciarmos o AMOR – único mandamento deixado por Jesus.

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“A Bíblia sob nova luz” e “O que acontece depois da vida”.
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